Tão famosa entre as galerias, o nosso grupo escolheu a Cosmococa para a visita, pois despertou a curiosidade dos que ainda não conheciam o local.
Inicialmente observamos em silêncio o espaço e interagimos com as obras sem lermos as suas descrições. Após lermos o intuito dos artistas com as obras, percebemos uma grande desconexão do espaço externo com o interno. Ao vermos de fora, a estrutura alta, sem orifícios, grosseira e totalmente opaca nos leva a crer que encontraremos algo mais rústico e nada interativo. Mas nos surpreendemos com a delicadeza interna.
Além disso, o espaço interno é um formato de galeria tradicional, quadrangular, que impede a ligação direta de uma sala com a outra, dando todas para o mesmo pátio. Isso acarreta em uma quebra de fluxo na visita ao local.
A inserção da galeria no ambiente é muito desconexa também. Aparenta ser uma muralha grosseira em meio ao jardim e um espaço harmonioso e aberto.
Entretanto, o grupo se divertiu com as atividades propostas.

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