Foi proposto pelos
professores uma dinâmica para a qual precisaríamos levar um objeto que nos representasse.
Escolhi um relógio por ter a exata função de manter as pessoas sempre
informadas da hora, não deixando, assim, que elas se atrasem. Meus amigos
sempre me perguntam se meu relógio está atrasado, pois estou sempre atrasada,
fazendo dele um objeto frequentemente presente em minha vida que poderia me
representar. Nota-se então que a escolha desse objeto foi meramente finalística,
baseada no propósito do relógio de não me deixar atrasar e causalística, sendo
efeito dos meus atrasos e da pergunta frequente de meus amigos.
A
dinâmica consistia em relacionar o seu objeto a mais dois, formando assim uma
grande rede de ligações. O meu relógio não foi ligado a nenhum objeto pelos
meus colegas, mas foi ligado por mim a uma almofada que estampa um sorriso e a
uma caixa organizadora. Liguei à caixa organizadora, porque falta a mim
organização do meu tempo para não me atrasar e à almofada porque ela pode ser
usada para dormir e dormir demais é um dos motivos que também me fazem atrasar.
Apesar das duas ligações terem buscado inicialmente a sua finalidade – da almofada
de ser usada para dormir e da caixa organizadora de organizar – é totalmente ao acaso que
esses dois objetos foram relacionados à minha impontualidade e ao meu relógio,
pois eles possuem funções, efeitos e formatos diferentes e sem relação próxima.
Desta
forma, acredito que escolhi meu objeto de maneira finalística e causalística,
mas realizei ligações programáticas.
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